OBRIGADO PELA VISITA

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domingo, 21 de outubro de 2007

GUERRA COLONIAL

TELEGRAFISTA EM PLENO MATO...


Designa-se por Guerra Colonial, ou Guerra do Ultramar, o período de confrontos entre as Forças Armadas Portuguesas e as forças organizadas pelos movimentos de libertação das antigas províncias ultramarinas de Angola, Guiné-Bissau e Moçambique, entre 1961 e 1974.O início deste episódio da história militar portuguesa ocorreu em Angola, a 4 de Fevereiro de 1961. A Revolução dos Cravos em Portugal, a 25 de Abril de 1974, determinou o seu fim, com a mudança do rumo político do país. Ao longo do avanço da guerra foi necessário aumentar progressivamente a mobilização das forças portuguesas, nas três frentes de combate, de forma proporcional ao alargamento das frentes de combate que, no início da década de 1970, atingiria o seu limite crítico. Pela parte portuguesa, a guerra sustentava-se pelo princípio político da defesa daquilo que considerava território nacional, baseando-se ideologicamente num conceito de nação pluricontinental e multiracial. Na guerra colonial portuguesa ela era contituída pela três frentes de combate sendo elas Angola, Moçambique e Guiné. Em Angola o conflito iniciara-se a 1961, em que os seus movimentos de libertação são o MPLA, o FNLA e o UNITA. Depois, em 1963 iniciou-se a revolta Guiné, em que o seu movimento de libertação era o PAIGC, que foi dos únicos a conseguir alguma libertação do seu território. E por fim temos em 1964 em que se iniciou a revolta em Moçambique em que o seu movimento de libertação era o FRELIMO. A guerra contribuiu para as colónias num lado positivo que foi o facto de com a guerra os governantes investirem nas colónias, nas indústrias o que lhes permitiu a exploração de matérias-primas como o petróleo e os diamantes.

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